Receber a negativa de um medicamento essencial (oncológico, imunoterapia, etc.) é desesperador. O plano de saúde alega que o remédio está fora do rol da ANS, que é de uso experimental ou off-label (uso diferente do aprovado na bula).
O risco de não buscar seu direito à saúde é a interrupção do tratamento, o que pode agravar a doença. O custo desses medicamentos é impagável para a maioria das famílias. A demora é o maior inimigo do paciente. Nossa advocacia na área da saúde entende essa urgência.
A justiça tem entendido que o rol da ANS é exemplificativo. Se o médico, que é o especialista, prescreveu o medicamento como a única ou a melhor opção, o plano deve cobrir. Isso vale para remédios importados (sem registro na ANVISA, mas com aprovação internacional) e de uso off-label.
Lutamos pelo seu direito à saúde. Nossa atuação como advocacia na área da saúde já auxiliou pacientes a obterem tratamentos vitais, muitas vezes ligados a ações para doenças raras e terapias especiais.
A negativa de um medicamento é uma das formas mais graves de negativa de plano de saúde, e requer ação imediata.
Nosso processo é desenhado para a urgência que sua saúde exige, com foco e transparência.
Você nos envia o laudo médico detalhado (justificando a essencialidade do remédio) e a negativa por escrito do plano.
Ingressamos com a ação judicial com pedido de liminar. A liminar busca uma ordem judicial imediata para o plano fornecer o medicamento.
Nossa advocacia na área da saúde cuida de todo o processo, defendendo tecnicamente a necessidade do tratamento prescrito.
Mantemos você informado sobre cada etapa, atuando com o acolhimento e a agilidade que casos de alto custo exigem.
Nosso escritório é focado exclusivamente em direito à saúde. A Dra. Thatiane Graseffe tem mais de 20 anos de experiência e é pós-graduada na área. Entendemos os argumentos técnicos dos planos e como combatê-los judicialmente.
Sim, eles costumam negar por isso, mas a justiça entende que o rol é exemplificativo. Com laudo médico detalhado, é possível buscar a cobertura judicialmente.
Não. Se o médico prescreveu o medicamento (aprovado pela ANVISA) para um tratamento off-label (diferente da bula) como a melhor opção, a negativa é considerada abusiva.
Nesses casos, a cobertura é mais complexa, mas possível. É preciso que o medicamento tenha aprovação em agências internacionais (como FDA/EMA) e que não haja similar no Brasil.
É uma ordem judicial urgente que busca obrigar o plano a fornecer o medicamento imediatamente, no início do processo, dada a urgência do tratamento.
A coparticipação não pode inviabilizar o tratamento. Para medicamentos de alto custo, especialmente oncológicos, a cobrança de coparticipação é frequentemente afastada pela justiça.
O mais importante é um laudo médico muito detalhado (explicando a doença, os tratamentos anteriores e por que este remédio é essencial) e a negativa por escrito do plano.
Se houver negativa de medicamento de alto custo, para entrar em contato, clique no botão de WhatsApp.

Veja relatos de clientes que conseguiram seus tratamentos de alto custo com o apoio da nossa advocacia na área da saúde.
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